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Sinopse: aqui.

Opinião:Ao abordar um tema da Ciência e da Religião, algo que não se mistura como água e azeite, despertamos para ensinamentos e pensamentos inusitados. "Não neguem à partida uma ciência que desconhecem", nem entrem com ideias preconcebidas. Afinal, a beleza dos ensinamentos de Jesus são bem mais profundos e íntrisecos. A luz da sua sabedoria é, pasme-se, a sua enorme inteligência emocional. Sim. Jesus foi o homem mais inteligente da história. E sim, mais uma vez, a religião, a fé e a esperança estão ligadas à gestão da mente e às emoções humanas. 

Não esperem ler sobre o Jesus sobrenatural ou que realiza milagres. Marco Polo é ateu e um homem da ciência. Mas pensem um pouco e  espreitem uma história na História. As ilações, essas ficarão para depois (poderiamos ser todos mais felizes, não podiamos?).

Resumindo, apesar de Marco Polo se encontrar destroçado, ele reúne com teólogos, um neurocirurgião e uma psiquiatra e, numa mesa redonda, "discutem", numa espécie de "Brainstorm", os sentidos ocultos nas passagens do Novo Testamento. Ao estudar a biografia de Jesus e analisar a inteligência de Jesus à luz das ciências humanas, Marco Polo consegue surpreender (os colegas de mesa e seguidores dos debates através da internet) e ser surpreendido. O assunto começa a ser perigoso e mexe com coisas sagradas!

Durante a leitura, esperei mais. Falar sobre Jesus e depois revelar que a sua mãe, Maria, era a educadora de emoções por excelência, digamos assim, deixou-me com dúvidas. Seria Jesus ou Maria a mais inteligente? 

As minhas convições ficaram inabaladas, pois sempre acreditei na importância de Maria (e de Maria Madalena). Se estiver desse lado, Dr. Augusto Cury, desvende este mistério agora ou publique novo livro, pois estou morta de curiosidade.

 

Um livro para pensar, concordar ou discordar. 

 

Classificação: 4/5- Gostei

 

Espreitem:

A Saga de Um Pensador 5/5 - Adorei

Felicidade Roubada 4/5- Gostei

 

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Este é o segundo livro que li do Dr. Augusto Cury, pois adoro psicologia, especialmente quando explicada de uma forma leve e acessível, como é o caso. Além disso, tem um ingrediente especial, que aprecio muito, uma vez que a história é baseada em factos reais.

 

Se já não se recordam, lembro que se trata de de mais um livro do psiquiatra, psicoterapeuta e escritor Augusto Cury, em que se aborda, de forma romanceada, o tema do esgotamento e dos ataques de pânico e ansiedade.

 

O personagem principal é um neurocirurgião famoso e com uma brilhante carreira que se chama Dr. Alan de Alcântara. Ele é, ainda, muito exigente, profissional e diz tudo o que pensa. Porém, apesar de conhecer muito bem o cérebro, desconhece que que o seu também tem limites. Ele é acima de tudo um Workaholic e vive exclusivamente dedicado ao seu trabalho, negligenciado a filha e a mulher.

O Dr. Marco Polo aparece como psiquiatra do Dr.Alan, o que não esperava mesmo nada. Se quiserem podem ler a opinião sobre A Saga de Um Pensador (aqui), o qual continua a ser o meu preferido. 

 

O que gostei menos no livro Felicidade Roubada e não constatei no outro? Eu respondo, foram os diálogos, quase como os do Tomás de Noronha nos livros de José Rodrigues dos Santos, e a escrita no português do Brasil. Os livros do Dr. Augusto Cury tiveram um volume de vendas enorme no Brasil, mas, para mim, torna-se estranho frases como:

-Você cobra demasiado de si?-perguntou o psiquiatra.

-Muito. Todos os dias. Olho para o meu passado bem-sucedido e comparo-o com aquilo em que tornei. Isso fez brotar em mim um sentimento de vergonha e de raiva.

-Na verdade, provavelmente sempre cobrou de si próprio. E quem cobra demasiado de si próprio sabota a sua saúde emocional, aumenta os níveis de exigência para ser feliz- afirmou o doutor Marco Polo.

  

Sinopse:E se de repente você perdesse a capacidade de fazer aquilo que dá sentido à sua vida? E se fosse paralisado pelos seus medos? Alan de Alcântara é um neurocirurgião bem-sucedido, que dedica grande parte do seu tempo à medicina. Cético e pragmático, não reconhece qualquer sinal de fraqueza em si e tem dificuldade em lidar com pessoas lentas.A sua vida profissional suga toda a sua energia, e, apesar de amar a sua inteligente filha Lucila e a sua adorável esposa Cláudia, mal convive com elas. Pensa que o amor é algo incondicional e não precisa de ser cuidado... Durante uma cirurgia, no entanto, Alan é acometido por uma crise de pânico e não é capaz de terminar o procedimento, deixando a responsabilidade para o seu auxiliar. Alan convence-se de que está a sofrer um ataque cardíaco, e não admite o diagnóstico: transtorno psíquico. O seu mal-estar jamais poderia ter origem emocional, pensa; isso é para fracos. Alan verá as suas certezas desmoronarem-se perante a doença – que irá significar, em última instância, uma oportunidade rara de se reconstruir como ser  humano. 

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Opinião: Do início ao fim, embarcamos numa viagem de descoberta ao mundo interior sem esquecer a existência do Outro. Portanto, tendo presente que quer a psicologia quer a filosofia são "instrumentos" que ajudam a ultrapassar certos problemas de saúde mental, descobrimos que o mais importante é saber aprender a gerir as emoções. Curiosamente, já tinha ouvido falar de inteligência emocional, mas, para mim, a gestão de emoções é mais intuitiva e fácil de entender. Ouso ainda afirmar que este é o primeiro romance psíquico que li, porque estamos perante uma história romanceada que nos leva a refletir sobre o funcionamento da mente e a construção do pensamento.

Assim, durante a leitura, devemos manter a mente aberta às ideias que, aos poucos, nos vão sendo transmitidas através da história de Marco Polo, um jovem estudante de medicina, e de "Falcão", um filósofo sem-abrigo. Os seus caminhos cruzam-se quando Marco Polo resolve descobrir a história dos corpos anónimos na sala de anatomia e as conversas entre os dois levantam uma série de questões profundas.

Um livro fascinante cuja premissa é fazer-nos refletir um pouco sobre o que nos torna verdadeiramente ricos...A capacidade de encontrar essa riqueza parte de cada um, mas está esquecida. Vivemos para o trabalho e num mundo consumista, materialista, de hipocrisia, e sem tempo para nada. Vivemos à espera de uma fagulha de felicidade que rapidamente se apaga. Vivemos de "migalhas de felicidade".

O princípio da corresponsabilidade inevitável, fez-me recordar o filme "Favores em cadeia", pois cada ser humano influencia outro e outro e outro...

A maior aventura de um ser humano é viajar, e a maior viagem que alguém pode empreender é para dentro de si mesmo. E o modo mais emocionante de a realizar é lendo um livro, mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas e descobrir o que as palavras não disseram: no fundo, o leitor é o autor da sua história...

 

As sociedades modernas vivem tempos insanos. A serenidade é um artigo de luxo. 

Sinopse: Neste romance, o Dr. Cury narra a história de Marco Polo, um jovem apaixonado pela vida, que se torna um grande pensador. Em pleno século XXI, este jovem protagoniza uma aventura tão assinalável como a do veneziano Marco Polo do século XIII. 

A história comeca no ambiente dramático da sala de Anatomia. Cheios de expectativa e tensão, os caloiros da Faculdade de Medicina ficam chocados ao encontrar o triste espectáculo de corpos sem identificação estendidos no mármore branco. Marco Polo, audacioso, quer desde logo saber a identidade deles, as histórias que teriam para contar... É ao tentar descobrir algo mais sobre esses seres anónimos que Marco Polo conhece Falcão, um filósofo sem-abrigo, um «indigente inteligente», que viveu com eles e o leva a conhecer o mundo de sonhos frustrados, futuros desfeitos e esperanças vãs de quem perdeu tudo. O jovem sonhador e o velho pensador vão, passo a passo, combatendo o preconceito contra as doenças mentais. Criticam a poderosa indústria de antidepressivos e tranquilizantes e levam-nos a encontrar um tesouro escondido nos escombros de todas as pessoas que sofrem.
Marco Polo é um estudante de Medicina, um espírito livre cheio de sonhos e expectativas. Ao entrar para a faculdade, é confrontado com uma dura realidade: a da insensibilidade e frieza dos seus professores, que não percebem que cada paciente é, mais do que um conjunto de sintomas, um ser humano com uma história complexa e única de perdas e desilusões. 

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