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A opinião sobre este clássico (aqui) tem tido muitas visitas neste blog, o que me deixa muito satisfeita porque independentemente do tempo que já passou (dois anos) ainda há quem leia os meus post´s mais antigos.

Em 2020, vou continuar a ler outros livros do mesmo género literário para o Clube dos Clássicos Vivos e, também, para começar a desocupar a minha estante da "vergonha", com inúmeros livros maravilhosos à espera de serem lidos -  ou não fossem os clássicos de um género intemporal.

 

Sinopse:«Apesar das numerosas semelhanças entre "O Vermelho e o Negro" e "A Cartuxa de Parma", os dois romances são subtilmente diferentes na sua perspectiva erótica e na representação dos protagonistas de Stendhal. A nostalgia de glória napoleónica não abandona Julien quase até ao fim, mas extingue-se em Fabrizio depois da derrota de Waterloo. O autêntico amor não se apodera de Julien a não ser nos seus últimos dias e, ainda que não existam motivos para duvidar da sua sinceridade, tanto ele como Madame de Rênal sabem que não têm futuro, o que constitui um nada negligenciável motivo para intensificar a paixão.» «Julien Sorel nada sabe de si próprio; só é capaz de sentir as paixões depois de as simular e tem um inegável talento para a hipocrisia. E, no entanto, Julien mantém o nosso interesse e, mais do que isso, fascina-nos, não somos capazes de sentir antipatia por ele.» Harold Bloom, "Futuro da Imaginação" «Stendhal faz com que o leitor se sinta orgulhoso de ser seu leitor.» 

Classificação: 4/5*

 
 
 


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