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Como sabem, as crianças são muito curiosas. E quando surge a fase dos porquês, oh, lá, lá? É um sem fim de perguntas, não é? Essa fase ocorre por volta dos 2-3 anos, dizem os pediatras, mas aqui em casa já dura há nove anos (seis para ser mais precisa) e chego a pensar que preciso de ter um dicionário à mão (ou o telemóvel ligado para ir discretamente ao google, vá). As mães não sabem tudo e quem acha que sabe não se deparou com perguntas difíceis ou com reações inesperadas. Não sei se concordam comigo ou se já tiveram dias menos bons, mas peço que compreendam o meu sentimento de frustração quando ao fim do dia, por vezes já totalmente de rastos, oiço perguntas atrás de perguntas ao inves do tão desejado silêncio. 

Como já referi, o meu filho ainda está na idade dos porquês. Tudo lhe desperta a atenção, pelo que anda sempre à procura de situações ou de contextos para mais uma revoada de perguntas. Garanto-vos que nem sempre consigo ter a resposta certa na ponta da língua e que, geralmente, fico com a impressão de que poderia ter dado uma explicação melhor.

Para ilustrar a nossa última conversa, arranjei uma pequena BD com a pergunta que ele me fez, com a minha resposta e com a confusão que se gerou.  Desta vez, chorei de tanto rir.

Ai, a inocência das crianças...

bd.jpg

 

 

 

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