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Afonso Cruz tem-me surpreendido imenso. Iniciei o ano a ler «Flores» e para o ano pretendo ler todos os livros que tiverem sido publicados. Todos. Leram bem. E acreditem em mim quando digo que o melhor de 2016, que nesse ano recebeu o Prémio Literário Fernando Namora, é o que mais gostei de ler em 2017. Assim é. Os capítulos são curtos e a leitura é rápida e prende muito o leitor. Li-o num dia e de vez em quando volto a abri-lo e a sublinhar mais algumas frases. 
 
A minha descoberta «Afonsiana» começou e promete ser a melhor de todas!
 
«Viver não tem nada a ver com isso que as pessoas fazem todos os dias, viver é precisamente o oposto, é aquilo que não fazemos todos os dias».
 
«Podemos olhar para uma frase e percebemos que aquilo é um mar, uma maneira de ser feroz, de navegar, de viajar, de ter peixes, de ter lágrimas. Eu acreditava que as frases eram armas capazes de mudar, de lutar, de resistir. Armas capazes de disparar um futuro».
 

 

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A pergunta de hoje é: «Um livro bastante desejado, e que superou todas as expetativas»; a minha resposta, sem qualquer hesitação, é o livro «Crime e Castigo», de Fiódor Dostoéivski.

 

Ouvi falar tanto nele (até Ernest Hemingway, em «Paris é uma Festa«, referiu que era de difícil leitura) que queria muito ler.  Tive sempre com um certo receio de que não fosse gostar e, ao mesmo tempo, sentia que estava em falta ler um livro da literatura Russa. Finalmente, quando li, achei o livro tão extraordinário que, além de superar todas as expetativas, merece ser relido. 

Concordam comigo? Olhem que o silêncio também é uma resposta. Eheheheh.

 

Se puderem e tiverem curiosidade, como eu que vou cuscar as respostas da Magda, da Just, da Alexandra,da Azulmar,da Sofia, da Sandra, da Girl e da Fátima, passem pelos blogues delas. Não deixem de comentar e espalhar o espírito natalício.

 

 

Foto: Christmas app





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