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Opinião: Hoje em dia, são cada vez mais as notícias de pessoas de idade que morrem sozinhas e, pior, só são descobertas vários anos depois. É uma realidade aterradora. Por outro lado, há vizinhos com um feitiozinho difícil. O Sr. Ove é um deles. Mas há livros que nos ensinam a ver as coisas de maneira diferente, vão por mim [e pela Magda que sugeriu e emprestou este livro ao grupo do livro secreto].

 

Ove é daquele tipo de velhos razinzas que está sempre a barafustar com tudo e com todos.Não é, portanto, uma pessoa de fácil trato. Crítico e fanático da ordem, ele está só e sente a falta da mulher (Sonja), a única pessoa que o ouvia e conseguia compreender.

 

Ove é muito introvertido e sem Sonja isolou-se no seu mundo, pelo que só uma grande mudança poderá alterar este personagem antipático. É então que surge Parvaneh, a nova vizinha, que tem um jeito especial para lidar com situações e pessoas complicadas. 

 

O autor conseguiu criar uma personagem de tal forma real que quem começa a ler não gosta nada do Sr. Ove. Porém, quem persiste na leitura descobre que tudo faz parte da vida e que para conhecermos uma pessoa temos de saber a história toda.

 

Gostei tanto que aconselho a leitura e a que assistam o filme.

 

 

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Sinopse: Aclamada como uma das maiores obras-primas sobre a temática da morte, esta é a história de Ivan Iliitch, um juiz respeitado que, apercebendo-se da morte próxima, se interroga sobre as suas escolhas, percurso de vida e a mentira em que vive.

 

Opinião: Este livro foi publicado em 1886 e é sobre a morte (e vida) de Ivan Ilitch, um juiz obcecado com o seu trabalho e com a posse de bens materiais [mais concretamente, com uma decoração opulenta da casa]. Parece redutor dizer isto, mas Tolstói soube, através desta história exemplar, demonstrar o que é uma vida de aparências. Nem tudo o que parece é, não é verdade?


E como não tudo é o que parece, o funeral de Ivan Ilitch é o reflexo disso mesmo, uma vez que há quem vá ao funeral e pense apenas no momento em que irá terminar para poder jogar às cartas.

Poderá parecer-vos ainda mais estranho o que vou referir de seguida, mas esta situação fez-me lembrar uma realidade bem próxima. Não sei se já presenciaram, mas nas aldeias há quem vá um funeral só porque fica bem ou porque é melhor ir ver se os familiares do morto estão todos presentes e vestidos de negro da cabeça aos pés ou se os mesmos choram o suficiente. Outros, ficam na rua a conversar e a contar episódios do passado como se estivessem num café.

É triste verificar a falta de consciência e da importância de certos valores na sociedade em pleno século XXI, mas esta é a realidade em muitas localidades deste país pequeno tal como as pessoas que nele vivem (algumas pessoas, claro!).

 

Retomando a história de Ivan Ilitch, ele obtém o sucesso profissional, mas sabemos o que isso acarreta. Os workaholics vivem para o trabalho, mas sofrem com a solidão, certo? Ou nunca pensaram na atualidade desta história? Eu acho que o ser humano continua igual ou até pior.

 

"O médico dizia que os sofrimentos físicos de Ivan Ilitch eram terríveis, e falava verdade; mas os seus sofrimentos morais eram ainda mais horríveis do que as suas dores físicas, e eram eles que sobretudo o torturavam."

 

Este livro é pequeno, mas ao mesmo tempo contem uma grande história e uma grande lição de vida, uma vez que devemos ter sempre presente que a vida deve ser vivida ao máximo e que a ambição e a vaidade não nos levam a lado nenhum.

 

Um livro que recomento e que todos devem ler e reler.

 

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P.S. Se não concordarem com algo que tenha dito neste texto, podem comentar à vontade, pois a partilha de opiniões é muito importante para mim.

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Sinopse: Forçados por uma trágica circunstância, Will Schwalbe e a mãe ficam longas horas em salas de espera de hospitais. Para passar o tempo, decidem falar dos livros que estão a ler. Através das suas leituras, percebemos o quanto os livros são reconfortantes, surpreendentes e maravilhosos.

 

Opinião: Adoro falar sobre livros, sobre leituras e trocar impressões sobre tudo o que aprendemos com eles (e ainda sobre a vida). Acho que andei demasiado tempo a adiar a leitura deste livro por considerar que se tratava de um tema pesado, porém, não poderia estar mais enganada dado que Mary Anne é uma pessoa única e corajosa.

Will Swalble é editor de livros e partilha com a mãe a paixão pela leitura. A partir do momento em que a mãe, Mary Anne tem de fazer tratamentos no hospital, uma vez que o cancro no pâncreas se generalizou, eles formam um clube de leitura muito especial e trocam livros que vão lendo.

 

 “Ler não é o oposto de fazer, é o oposto de morrer”.

 

Mary Ann começava sempre um livro pelo fim, espreitando o seu final, porque para ela o que interessa é aproveitar o pouco tempo que lhe resta. Já o filho, que nem sempre concorda com as interpretações e gostos da mãe, tenta acompanhar e perceber melhor os seus pontos de vista. É ainda uma forma de a acompanhar nesta fase difícil e de conseguir falar de temas sensíveis como a morte, sempre através das leituras que fazem.

Este livro é sobretudo uma homenagem à memória da mãe, a essa mulher solidária, bondosa e sempre preocupada com os outros (e nem a doença a faz desistir de angariar fundos para a construção de uma biblioteca no Afeganistão).

 

Uma ode à vida vivida com sabedoria, à leitura, aos livros e aos laços que se criam pela troca de ideias e pensamentos.

 

 “Os livros são as ferramentas mais poderosas do arsenal humano, que ler todo o tipo e livros seja em formato for- eletrónico, impresso ou audiolivro- é a melhor forma de entretenimento, bem como a maneira de tomarmos parte da conversa da humanidade”.

 

 

 

 

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Existe um livro com o título de Histórias de Ler e Comer (que nunca ouvi falar e que encontrei por acaso numa pesquisa no google) que poderá servir de mote (o título, claro) para o post de hoje.

  

À partida ler é uma atividade solitária, certo? No meu caso nem sempre, mas também. É que eu gosto mesmo de estar acompanhada de um petisco (sobretudo batatas fritas, shame on me), tais como pipocas, uma peça de fruta, um café ou um chá, dependo essa escolha da altura do ano.

 

Portanto, estava eu a dizer, que o tema são as histórias enquanto estamos a ler e a comer, e aposto que a vossa mãe, marido ou filho já vos chamou a atenção quando estão a ler durante o almoço ou ao jantar. 

Esta atitude, além de ser encarada como falta educação, poderá não ser a melhor, numa altura em que temos de focar a nossa atenção no alimento. Pois. Não vou comentar. 

 

O entretenimento que o livro nos proporciona é importante, porém, a conclusão que se retira -depois de uma pesquisa aturada e fundamentada na necessidade de escrever algo para o blog - é a de que os livros ficam com uma história para contar.

  

É muito fácil imaginar o que diriam os meus livros:

 

1- O d´Os Cinco -«Esta areia resulta daquela ida à praia quando tinhas 8 anos e uma folha ficou dobrada quando saiste para ir ao banho»;

2- Os de Agatha Christie- «Lembras-te que a investigação te deu nervos e que comeste um pêssego que manchou a folha em que ainda não sabias quem era culpado?»;

3-O d´ Amor em Tempos de Cólera-«Já te deves ter esquecido da dedicatória, que deverias considera-me o teu mais precioso tesouro, mas aos 15 anos resolveste deixar-me uma nódoa de chocolate».

 

Poderia continuar a contar todas as marcas que foram sendo deixadas nos meus livros, pois a mesmas são uma forma de arqueologia que me recorda esses momentos, as aventuras, as férias e os divertimentos.

 

Se gostarem dos livros direitinhos e bonitinhos na estante, esqueçam o que disse, mas não deixem de refletir sobre o seguinte:

 

"Ler é beber e comer. O espírito que não lê emagrece como o corpo que não come" (Victor Hugo).

 

Então, não é óbvia a conclusão de hoje?

 

Não? Pois, para mim, é óbvio que vou continuar a ler e a comer (ahahah).

 

 

 

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Opinião: Este livro foi mencionado pela Maria do Rosário no Clube de Leitura Conversas Livrásticas. O tema, se a memória não me falha, era saúde mental. Achei o máximo a descrição da história e fiquei muito curiosa quando a certa altura ouvi que os loucos estavam todos no manicómio. A este propósito, lembro-me da minha professora de filosofia quando lançava a pergunta: Quem são os loucos? Serão todos os outros, aqueles que vivem no manicómio, ou os que ficam de fora?

 

Entretanto, numa ida à biblioteca, trouxe este livrinho que me fez recordar essas aulas de filosofia e uma constante necessidade de questionar o mundo em redor. Por vezes esqueço-me de o fazer. Outras, ouso  refletir bem sobre o que estou a ver ou a ler. Acho que é preciso usar os olhos da alma e não os nossos sentidos, uma vez que estes não conseguem apreender essa dimensão reflexiva.


Resumindo um pouco a história, o Dr. Simão Bacamarte, médico psiquiatra ou alienista, depois de andar pela Europa vai para a cidade de Itaguí, no Brasil, onde acaba por se casar com uma viúva, que não era bonita, mas que lhe poderia vir a dar os filhos que desejava. Algum tempo depois, constroi um manicómio ou asilo na cidade. Chamou-lhe Casa Verde. A obsessão pelo trabalho é tão grande que aos seus olhos todos evidenciam sinais perante os quais o médico resolve internar um a um. Todos os  que se vão cruzando o caminho são objeto de um teste para comprovar a sua teoria (completamente aleatória).

 

"A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão; começo a suspeitar que é um continente". 

 

Este conto é uma forma muito "lúdica" de abordar um tema sensível: a forma como os médicos analisam os distúrbios psicológicos através das atitudes e comportamentos das pessoas.

 

"Simão Bacamarte refletiu ainda um instante, e disse:
- Suponho o espírito humano uma vasta concha, o meu fim, Sr. Soares, é ver se posso extrair a pérola, que é a razão; por outros termos, demarquemos definitivamente os limites da razão e da loucura. A razão é o perfeito equilíbrio de todas as faculdades; fora daí insânia, insânia e insânia".

 

 

Por outro lado, é utilizada uma dose de ironia na crítica a pessoas oportunistas, com o botânico Crispim Soares, bem como aos próprios políticos, com o barbeiro Porfírio. Numa sociedade de loucos, os poucos que se governam são os que têm interesses próprios (e nem esses serão poupados).

 

O primeiro contato que tive com o escritor foi com o livro D. Casmurro, uma leitura que partilhei convosco aqui. Tive uma boa impressão do autor e firmei a convição de que os seus livros não devem ser lidos "aos bocadinhos".Acho que desta feita aprendi bem a lição, pois li O alienista de uma assentada.

 

Um livro para ler e pensar. Uma alegoria ao ser humano e, sobretudo, ao que ele acredita ser a realidade.

 

 

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Esta tag foi criada pela Fátima  e o desafio consiste em  fazer uma lista de 10 coisas que pertendemos fazer este Verão.  Eu ainda não sei onde é que ele anda e se vocês souberem avisem, ok?

Portanto, começo por agradecer à Fátima pela nomeação e espero que tudo o que se encontra nesta lista se concretize.

 

Regras:

  1. Agradecer a quem o nomeou, fazendo uma ligação para o blogue em questão;
  2. Fazer uma lista de dez coisas que gostaria de fazer - e que sejam exequíveis - este Verão;
  3. Nomear cinco bloggers para fazer o mesmo.

 

Então, as dez coisas que quero fazer este Verão são:

1- Ir à praia de manhã;

2 - Ler na praia e sempre que tiver uma oportunidade;

3- Visitar vários sítios interessantes (que gostaria que o meus filhos conhecessem);

4- Comer gelados;

5 -Almoçar fora todos os dias;

6-Tirar fotografias ao pôr do sol;

7-Fazer caminhadas junto do mar;

8-Organizar os livros por autor e por ordem alfabética (já mudei de casa há dois anos e ainda não consegui organizar tudo);

9- Conseguir juntar num jantar duas ou três amigas dos tempos da faculdade (esta é difícil);

10- Ver filmes.

 

E eu nomeio:

Daniela, a Magda, a Célia, a Roberta e a Vanessa.

 

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Opinião: Kawabata foi um escritor japonês que recebeu o prémio Nobel da literatura em 1968. Depois de ler um livro pequeno como "Terra de Neve" resolvi ler outro igualmente pequeno. Escolhi o mesmo autor porque queria conhecer um pouco mais a escrita e a razão para lhe ter sido atribuído o prémio nobel.

 

Este romance tem como pano de fundo a cidade de Kyoto, os seus festivais, os feriados religiosos e a Natureza. Nele é narrada a história de duas irmãs gémeas, a Chieko e a Naeko, que não sabem da existência de uma da outra, uma vez que foram separadas quando ainda eram crianças.Chieko vive com os pais adotivos e o pai é comerciante de quimonos. Naeko ficou na aldeia de Kitayama e a sua vida é modesta.

 

Tal como em Terra de Neve, Kawabata faz muitas descrições da natureza. Gostei especialmente da parte em que Chieko e os pais vão a um jardim para verem as cerejeiras em flor. Aliás, a observação da natureza faz parte da vida desta família e é ainda uma fonte de inspiração para a criação dos desenhos dos obis (que servem para colocar na cintura). Porém, a modernização ameaça este negócio e Takichiro pondera se deve manter ou não a sua loja. Hiedo, filho de um amigo, dá algumas sugestões de desenhos mais modernos.

 

Chieko acaba por conhecer Naeko no templo de Yasaka e constata que são muito parecidas. É então que descobre que se trata da sua irmão gémea. Naeko vive uma vida simples e tenta sempre manter-se no seu lugar, uma vez que considera que a irmã possui um estatuto social superior ao seu.

 

Um livro pequeno para ler com calma e que dá a conhecer um pouco mais o Japão logo a seguir à Segunda Grande Guerra. Infelizmente foi um dos últimos trabalhos de Kawabata antes do suicídio em 1972.  

   

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FUI QUESTIONADA POR UMA AMIGA sobre a possibilidade de lhe indicar alguns livros para ela ler. A meu ver, ela é uma leitora mais eclética e possui um gosto definido por obras clássicas ou por histórias que primem pela singularidade ou pela diferença. 

 

Mas antes de escolher um livro, acho que é importante descobrir o tipo de literatura mais parecido com os nossos gostos e interesses atuais ou que se relacionem com a determinada fase da nossa vida. Um livro pode ser uma ótima companhia numa altura e não fazer sentido noutra. Por exemplo, nas férias quase todos os leitores preferem uma leitura mais levezinha, certo?

 

AQUELA PERGUNTA FICOU A AMADURECER e, em casa, lembrei-me dos testes que existiam nas revistas e que nos permitiam advinhar mais sobre a personalidade, uma paixão ou sobre variados assuntos que nos interessavam (e que nos faziam rir à brava).

 

Descobri o teste da Estante Blog  e achei que era o mais próximo daqueles que eu fazia com as minhas amigas nos tempos de adolescência.

Sabendo de antemão de que se trata apenas uma brincadeira, resolvi fazer umas pequenas adaptações ao apresentado pela Estante Blog e colocar aqui para quem queira saber o seu género literário predominante.

 

O MEU É: SUSPENSE E POLICIAIS. E o vosso?

Querem experimentar? Pois bem, anotem as respostas num papel, somem os pontos e confiram o resultado final neste post e, sobretudo, divirtam-se!

 

 

1. O teu programa preferido durante uma viagem é:

a) Visitar museus e conhecer um pouco da história local.
b) Realizar atividades radicais. Sempre em busca de adrenalina!
c) Observar os costumes dos moradores locais.
d) Descobrir as lendas e mistérios por detrás de cada lugar visitado.
e) Conhecer pessoas e fazer amizades.

 

2. Acabaste de receber um prémio que consiste numa passagem para um destino à escolha. Para que lugar irias?

a) Ficaria na dúvida. Gostava de ir a vários sítios.
b) Qualquer destino na Europa. Gostaria DE conhecer mais sobre a história europeia e os seus antepassados.
c) Vaticano. O teu sonho é estar num local importante para o Catolicismo.
d) Itália: paraíso de grandes poetas como Lorenzo de Médici e Dante Alighieri, e lugares românticos como Veneza.
e) Uma cidade brasileira. Gostaria de conhecer mais sobre os costumes e a cultura brasileira.

 

3. Se fosse possível viajar numa máquina do tempo, para que ano irias?
a) Permaneceria no atual. Gosto da vida moderna.
b) Adiantaria o relógio. Iria para o próximo século somente para experimentar as novidades tecnológicas.
c) Voltaria ao século XII e participaria de uma Cruzada a fim de desvendar os novos mundos.
d) Retornaria ao momento exato do surgimento do homem para descobrir, de fato, como tudo aconteceu.
e) Século XV. Certamente, participaria de todos aqueles bailes da nobreza que ocorriam em luxuosos castelos.

 

4. O que não pode faltar em uma viagem?
a) O livro O princepizinho para ler uma frase antes de dormir.
b) Um romance de verão.  Nada como um amor de verão.
c) Histórias engraçadas para contar no regresso.
d) Visitas a locais turísticos e históricos.
e) Aventura e muita adrenalina!

 

5. Que traço de personalidade o teu companheiro precisa para que o leves contigo?
a) Espírito de aventura.
b) Bom humor. Uma viagem é diversão.
c) Curiosidade. Só assim é possível fazer verdadeiras descobertas em uma viagem.
d) Companheirismo. É preciso ter disposição para estarem juntos durante a viagem.
e) Ausência de preconceitos. A pessoa precisa estar disposta a receber novas informações e vivenciar a cultura do local.

 

6. Qual dos títulos abaixo mais chama tua atenção?
a) “O livro dos prazeres”.
b) “Os homens não são máquinas”.
c) “De cabeça para baixo”.
d) “Jerusalém”.
e) “Histórias de detetive”.


Tabela de pontos:
1.
 a = 3; = 2; c = 0; d = 4; e = 1.
2. a = 2; b = 3; c = 4; d = 1; e = 0.
3. a = 0; b = 2; c = 3; d = 4; e = 1.
4. a = 4; b = 1; = 0; = 3; e = 2.
5. a = 2; b = 0; c = 3; d = 1; = 4.
6. a = 1; = 3; = 0; d = 4; e = 2.

 

De 0 a 4 pontos – Contos e Crónicas
Gostas de ficção e fantasia mas  preferes factos verídicos ou do dia-a-dia. És atento(a)  aos detalhes e gostas de analisar tudo o que acontece ao teu redor. Tens sede de conhecer novos costumes e a cultura de outros povos. Como um cronista que expõe a sua visão de mundo nos textos, gostas de tecer críticas e comentários sobre os mais diversos assuntos. 

 

De 5 a 9 pontos – Romances e Poesias
Apaixonado pela vida, é provável que você seja uma pessoa emotiva. Nas viagens, gosta de estar sempre acompanhando e também de conhecer gente nova e fazer amizades. Ao ler um livro, debruça-se sobre as páginas que transbordam fortes emoções. Os romances e as poesias têm tudo a ver contigo. 

 

De 10 a 14 pontos – Suspenses e Policiais
Não surpreenderia se sua vida virasse o enredo de um livro de ficção – daqueles com muita fantasia. É que adoras uma aventura e qualquer experiência que gere adrenalina! Quando o assunto é viagem, não tens um só destino. O mundo é o limite. Com esse espírito aventureiro só falta sair e conhecer o mundo.

 

De 15 a 19 pontos – Históricos e Biográficos
Não resta dúvida de que os fatos históricos exercem verdadeiro fascínio sobre você. É provável que, nalgum momento da vida, já tenha desejado voltar atrás no tempo só para reviver as experiências de nossos antepassados. Através dos livros históricos e das biografias é possível fazer uma verdadeira viagem na máquina do tempo e ter relatos fiéis de nossas maiores conquistas ao longo dos séculos. 

 

De a 20 a 24 pontos – Religiosos ou esotéricos
De espírito curioso, adoras ler sobre os mistérios da vida e do próprio ser humano. Através de suas vivências e leitura busca autoconhecimento e informações de tudo que envolve a criação do mundo, do homem e de suas crenças. Os livros esotéricos ou religiosos fazem o seu perfil.

 

Concordas com o resultado do teste?

 

 

Deixa um comentário.

 

 

 

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Opinião: Já falei, aqui, sobre este livro. Porém, só agora consegui um tempinho para vos apresentar a minha opinião. Às vezes é preciso refletir um pouco sobre certos assuntos ou aguardar pela altura certa e que para nós faça algum sentido. Para mim é chegado o momento. Porque Maresia é uma alusão ao mar, ao Verão, à praia e ao tempo fresco logo pela manhã. Porque é Verão e a luz do dia termina mais tarde, o que permite ler um livro sem parar. 

 

MARESIA E FORTUNA foi a minha estreia com a autora e foi o primeiro livro que li em ebook - o que nunca esperei vir a fazer. No início, fez-me imensa falta folhear as páginas do livro e de poder colocar o marcador entre as pausas de leitura. Mas esta história, aparentemente simples na fase inicial, propicia poucas pausas ou nenhumas, de tal forma é viciante. 

 

O livro relata a vida de uma família, a mãe Adelaide e seus dois filhos, Simão e Eduardo,e  começa com a ida de Júlia e da sobrinha Vanessa para uma localidade piscatória chamada Apúlia. Júlia tem uma "missão", que esconde da sobrinha e dos pais desta, pois pretende descobrir o que aconteceu naquele local há 18 anos atrás. Confesso que a Júlia é uma personagem que me irritou bastante.

 

A HISTÓRIA é narrada sob duas perspetivas diferentes, a de Júlia e a do Eduardo, com a particularidade de que no final de cada capítulo é lançada uma frase enigmática e misteriosa, aguçando a curiosidade do leitor. 

 

QUANTO AO TÍTULO, achei que foi bem escolhido, uma vez que a primeira palavra Maresia refere-se à envolvência, ao local onde se passa a ação, ou seja, ao mar. Já a segunda palavra Fortuna sugere uma possível combinação de circunstâncias ou de acontecimento que são inevitáveis, a saber: destino, fado, fatalidade ou sorte. Eu fiz esta associação, porque julguei que se trataria de uma história sobre um pescador que morre no mar, esse lugar, temível e maravilhoso, cheio de vida, no entanto, tem outra razão de ser.

 

OS CAPÍTULOS são curtos, a ESCRITA é cuidada e a autora recorreu à técnica do diálogo entre as personagens. Não há descrições, há ação, suspense e segredos bem guardados. O facto de não existirem descrições é, na minha opinião, uma opção que pode desagradar a alguns leitores, mas que eu gostei bastante porque enquanto leitora permitiu dar asas à imaginação e ler de forma rápida. Além disso, não deixa de ser um exercício mental muito interessante, pois temos de seguir os diálogos e juntar as informações para "pintar o quadro". 

 

Em conclusão, considero que é um thriller psicológico diferente do habitual, num claro desafio à imaginação do leitor.

 

O amor transforma. O amor baralha. O amor pode salvar ou deitar tudo a perder.

Mas, afinal, o que é o amor para vocês?

 
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O ANO 2018 JÁ VAI A MEIO e chegou a altura de fazer um balanço e anotar as coisas boas que ele trouxe. Fiz novas leituras, conheci novos autores e consegui uma vitória: manter este espaço. Quem anda por aqui sabe ao que me refiro e percebe que a vida tem vicissitudes que nos sugam a energia.

Mas falemos dos posts que são publicados todos os dias, aqueles que me levam a rir e até sentir uma certa tristeza. Procuro dar sempre a atenção que gostaria de receber. Afinal somos humanos a utilizar as tecnologias. Sentimos, Vivemos, temos Problemas e gostamos sempre de uma Palavra (ou de um smile- sapinho-sorridente).

 

É por isso que ADMIRO A EQUIPA DO SAPO pela atenção que dedicam ao que escrevemos e pela forma como espalham a magia sem que se apercebam. Com os vossos destaques dão a atenção a determinados temas e de certa forma incentivam esta sapinha a continuar a escrever posts, tais como: A curiosidade literária é ... muito forte, 15 livros para ler em 15 dias, O meu FrankensteinO bicho-da-seda, de Roberth Galbraith e Um sentido para o Blog.

 

Da mesma forma que agradeço à equipa do SAPO, fico grata aos 691 visitantes da História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda, aos 410 de O Vendedor de Passados, de José Eduardo Agualusa | Livro secreto # 2 , aos 251 de Um sentido para o blog e aos 247 de O vermelho e o negro, de Stendhal, por mais partilhas de livros e pensamentos.

 

Aos 2.208 visitantes do Porto,  1.601 de Lisboa e 886 de Leiria, à equipa do SAPO, aos leitores em geral, MUITO OBRIGADA.

 

ASSIM, SIM, VALE A PENA CONTINUAR A ESCREVER.

 

 

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As ideias surgem donde menos se espera e são como a água dos rios que passa acelerada em direçao mar; são as asas das aves que imigram para os países quentes e, por vezes, só as vemos de ano a ano. 

As ideias saiem disparadas, sendo importante agarrá-las com força sob pena de se desvanecerem.

Para perceberem a conclusão óbvia de hoje, têm de olhar primeiro para este post, da nossa querida Mulinha, e para um dos desafios extra da Maratona Literária de Verão (aqui), mais concretamente, "Tirar uma fotografia que mostre o quanto os livros te fazem feliz".

Aparentemente, os post´s são totalmente diferentes, mas eu, em modo de nostalgia, inspirei-me no post da Mulinha, acionei a minha arte criativa e fui buscar um tesourinho para demonstrar a alegria e orgulho que tenho nos meus tesouros livrescos.

Claro que tenho noção de que os post´s sobre livros estão muito atrasados, porém, esta minha veia pensadora, não pode deixar de partilhar convosco o seguinte:

 

"O amor é cego e isso também se aplica ao amor pelos livros".

(Nina Sankovitch)

 

Contrariamente à Mulinha, que tem um lindo vestido que ainda lhe serve na perfeição, nesta sessão arrojadamente embaraçosa verifiquei que não consigo fechar o fecho do  meu vestido de noiva. Mas isso não importa nada porque o que eu gostaria de saber não é se o amor é cego, mas sim se o amor pelos livros:

a) faz engordar;

b) faz perder a memória e a noção do tempo que passou (19 anos, para ser precisa);

c) leva a fazer figurinhas tristes;

d) é uma forma de diversão.

 

Qual acham que é a resposta certa? 

 

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"O verão está instalado no meu coração".

Clarice Lispector

 
Oh Verão, onde andas que mal te vi chegar? Costumo ver-te no silêncio da praia, pelo menos de manhã, e nessa altura a maresia, fresca, perfuma o ar. É a época feliz de despreocupações e de leituras sublimadas pelo relaxante tempo livre.
Então e onde está a loucura, perguntam vocês daí?
Pois, não sei, mas talvez na parte de aproveitar ao MÁXIMO o que mais gosto de fazer, LER, mesmo estando a trabalhar. Quero dizer, nada de confusões, eu não leio no trabalho, mas bem que gostava :), acho que vou ter de organizar muito bem o meu tempo livre.
 
Falando, portanto, em loucuras (das boas), como ando a ler mais do que é habitual, resolvi aceitar o convite para a Maratona Literária Palavra de Verão organizada pela Roberta do blog Flames e pela Cristina do Linked Books.  Esta Maratona é baseada em palavras relacionadas com Verão. Cada livro só pode contar para apenas  para um desafio e o objetivo será o de ler o maior número possível de páginas (para se poder habilitar a ganhar um dos prémios) entre 22 de junho e 22 de setembro.
Além disso, quem conseguir fazer todos os desafios extra ganha um bónus de 250 páginas lidas.
 
Parece-vos bem? Na realidade, eu achei que sim, principalmente quando descobri que na minha estante existiam TODOS os livros necessários paras as 21 categorias. Portanto, bora lá que não há tempo a perder...
 
 
 
DESAFIOS GERAIS
 
1 - Água- Um livro que tenha elementos de água na capa -  Arquipélago,de Joel Neto 
2 - Amigos/família - Um livro emprestado ou recomendado por um amigo ou familiar - Para onde vão os guarda-chuvas, de Afonso Cruz
3 - Aniversários/Festas/Bailaricos - Um livro que foi oferecido ou que gostaria que me tivesse oferecido - O meu ano mágico, de Nina Sankovitch
4 - Aventuras/Comboio/Passeio - Um livro de um género literário que nunca li ou que raramente leio -Laranja Mecânica, de Anthony Burgess
5 - Azul - Um livro cuja capa seja maioritariamente azul - A volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne
6 - Caipirinha - Um livro de um autor brasileiro ou cuja acção decorra no brasil - Verónica decide morrer, de Paulo Coelho
7 - Calor - Um romance, uma história de amor ou um livro erótico- O Despertar, de Kate Chopin
8 - Campo/Rios/Serras - Um livro cuja acção se passe maioritariamente na natureza ou cuja capa tenha elementos da natureza - O outro lado do Paraíso,de Paul Theroux
9 - Churrasco/Grelhados/Convívios/Esplanadas - Um livro cuja capa ou título tenha coisas de comer ou de beber - A quinta dos animais, de George Orwell
10 - Cor - Ler um livro LGBT - Amor Livre, de Ali Smith
11 - Descanso - Um livro que já tenha para ler há muito tempo - Shantaram, de Gregory David Roberts
12 - Diversão - Um livro do meu género favorito - Os enamoramentos, de Javier Marias 
13 - Férias - Um livro com menos de 100 páginas - Morte en Veneza, de Thomas Mann
14 - Gargalhadas/Boa Disposição - Um livro de humor, cómico ou divertido - M*rdas que o meu pai diz, de Justin Halpern
15 - Livros/Ler - Um livro de um dos meus autores favoritos - O filho de mil homens, de Valter Hugo Máe
16 - Mar/Pescadores/Passeios de Barco - Um livro cuja capa tenha um animal aquático - Nem todas as baleias voam, de Afonso Cruz
17 - Noitadas/Noites na rua - Um livro de vampiros, de terror, um livro negro ou um livro cuja capa seja maioritariamente preta - Adão e Eva, de António Parada
18 - Paz - Um livro com a palavra PAZ no título, ou cujo título tenha letras com as quais se pode formar a palavra PAZ- Quem disser o contrário é porque tem razáo, de Mário Carvalho 
19 - Sangria - Um livro de um autor espanhol ou cuja acção se desenrole em Espanha - Paixão Índia, de Javier Moro
20 - Sol - Um livro cuja capa seja maioritariamente amarela, com SOL no título ou cujo título tenha letras com as quais se pode formar a palavra SOL - Vozes de Chernobyl, de Sevetlana Alixievitch
21 - Viagens/Regresso ao País - Um livro passado num país que já visitei, que gostaria de visitar ou passado no teu país natal - As partículas elementares, de Michel Houellebecq.
 
DESAFIOS EXTRA
 
A cada desafio extra acrescem 25 páginas na contabilização final. 
1.Praia/Piscina 
Tirar uma fotografia na praia ou na piscina com o livro que estão a ler no momento.  
2.Alegria/Sorrisos/Felicidade
Tirar uma fotografia que mostre como os livros te fazer sentir feliz.  
3.Piqueniques 
Tirar uma fotografia do teu livro a fazer um piquenique 
Elementos obrigatórios: uma toalha de piquenique e o livro do momento.  
4.Ar livre/Céu azul 
Troca um livro numa cabine de leitura, requisita um livro numa biblioteca ao ar livre ou compra um livro numa feira de rua/banca/quiosque.  
5.Gelados 
Tirar uma fotografia com o gelado favorito e o livro.
 
 
Nota: Alguns livros poderão vir a ser substituídos por outros, até porque quero divertir-me com estas leituras todas.
 
 

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No outro dia, fui ao centro comercial e vi uma rapariga sentada numa mesa a ler um livro. Nada fora do normal e deveria seguir o meu caminho encantada com as minhas compritas. Quando tomo consciência do local onde me encontro fico em estado de choque (e a duvidar do meu perfeito juízo), uma vez que (não sei como, acho que as pernas me levaram, ou os pés, claro) dei por mim a seguir um trajeto que resultou num ligeiro desvio, aproximando-me mais do que devia, só para ver se conseguia ver o título do livro.

Que figurinha!!!

E vocês, já tiveram uma curiosidade assim tão forte?

Deixo-vos um vídeo para pensaram melhor sobre o assunto.

 

 

 

 

 

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Os livros não se medem pelo tamanho e eu adoro histórias que se leem num dia. Pensado nisso, selecionei 15 livros com poucas páginas ou, para ser mais precisa, em que a leitura é muito rápida - e em que nem se dá conta do tempo passar.

 

1- Farenheit 451

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Guy Montag é um bombeiro. O seu emprego consiste em destruir livros proibidos e as casas onde esses livros estão escondidos.

 

 2-Boneca de Luxo

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Holly Golighly é mais do que uma boneca de luxo. Deslumbrante, espirituosa e ternamente vulnerável, inquietando as vidas dos que com ela se cruzam.

 

3-Os livros que devoraram o meu pai

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Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. 

 

 

4-A quinta dos animais

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Esta história é uma fábula em que os animais são personificados, possuindo carateristicas e comportamentos dos humanos.

 

 

5-Vamos comprar um poeta

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Numa sociedade imaginada, o materialismo controla todos os aspetos das vidas dos seus habitantes. Todas as pessoas têm números em vez de nomes, todos os alimentos são medidos com total exatidão e até os afetos são contabilizados ao grama. E, nesta sociedade, as famílias têm artistas em vez de animais de estimação. 

 

6-O tigre branco

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Toda a obra é uma longa carta dirigida ao Primeiro-Ministro chinês, escrita ao longo de sete noites. O autor da carta apresenta-se como o tigre branco do título, e auto-denomina-se um "empreendedor social". Descrevendo a sua notável ascensão de pobre aldeão a empresário e empreendedor social, o autor da carta, Balram, acaba por fazer uma denúncia mordaz das injustiças e peculiaridades da sociedade indiana. 

 

7-O rapaz do pijama às riscas

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Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…

 

 

8-O Velho e o mar

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Santiago, um velho pescador cubano, está há quase três meses sem conseguir pescar um único peixe, quando o seu isco é finalmente mordido por um enorme espadarte. O peixe imponente resiste, arrasta a sua canoa cada vez mais para o alto mar, na corrente do Golfo, e obriga a uma luta agonizante de três dias que o velho Santiago acabará por vencer, para logo se ver derrotado. 

 

 

9-O alienista

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 Quando o Dr. Simão Bacamarte, médico psiquiatra, homem da ciência, constrói um asilo em Itaguaí, nada faria prever os acontecimentos que lhe sucederam. "Eram furiosos, eram mansos, eram monomaníacos, era toda a família dos deserdados do espírito." Mas quem eram, afinal, os loucos? 

 

 

10-A morte de Ivan Ilitch

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Este livro tão breve, uma das maiores obras-primas do espírito humano, tem sido, desde a sua publicação, um motivo de controvérsia para a crítica: trata-se de uma obra sobre a morte ou de uma obra que nega a morte?.

 

11-Maresia e Fortuna

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Para Eduardo, de 17 anos, o amor é a mãe e o irmão mais velho, Simão. Este, porém, tem um segredo que o empurra para a bebida e Eduardo receia que o seu irmão se suicide, tal como o pai de ambos o fizera, dez anos antes.

Júlia acredita que passou ao lado de um grande amor. Em busca da verdade que mudará a sua vida, regressa à vila de Apúlia para reconstruir um passado de que não se consegue recordar.


 

12-Pena de viver assim

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A protagonista, que se torna tema central do conto, é a senhora Leuca, uma mulher abandonada pelo marido durante onze anos. A sua nostalgia e a sua dor são contínuas e fazem com que ela assista ao desenvolvimento da sua própria vida sem ter poder de intervenção. 

 

13-O Estrangeiro

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Meursault recebe um telegrama: a mãe morreu. De regresso a casa após o funeral, enceta amizade com um vizinho de práticas duvidosas, reencontra uma antiga colega de trabalho com quem se envolve, vai à praia - até que ocorre um homicídio. 

 

 

14- A metamorfose

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«Certa manhã, ao acordar após sonhos agitados, Gregor Samsa viu-se na sua cama, metamorfoseado num monstruoso insecto.» 

 

15- História de uma gaivota e do gato que ensinou a voar

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Esta é a história de Zorbas, uma gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr. Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar.

 

*Excertos das respetivas sinopses.

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Neste momento estou a visualizar o tradicional revirar de olhos quando penso nas colegas assim que contasse isto no trabalho. São ideias que surgem do nada. Palermices. Bagatelas. Historietas. Um ror de disparates pegados. Mas são apenas ideias. Porque é que dizem que temos liberdade de expressão e afinal não podemos falar de tudo? Porquê? Quantas vezes terei de ouvir: «Oh, edite, lá estás com as tuas teorias?». Se tiverem um pouco de paciência comigo poderão entender a conclusão óbvia desta semana, pode ser?

 

As aulas de zumba divertem-me. O exercício é extenuante, mas o ritmo das músicas puxa por mim e nem me apercebo do esforço que faço durante cerca de 50 minutos de aula. Muitas dessas músicas eram, para mim, desconhecidas, só que aos poucos foram ficando no ouvido. Algumas são bastante atrevidas e sexys, a julgar pelo menear de ancas (não só mas também) das raparigas que ficam na minha frente. As letras, então, são bastantes escandalosas e provocadoras. É aqui que sinto que pertenço ao século passado, só que, depois de me debruçar sobre esta perspetiva desanimadora (relativa à minha idade), concluo que a humanidade não mudou tanto assim.

 

Madame Bovary, diz-vos alguma coisa? Não?

O romance foi publicado em outubro de 1856 e conta a história de Emma, uma mulher sonhadora pequeno-burguesa, criada no campo, que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles, um médico viúvo.

Gustave Flaubert foi absolvido da acusação contra seu livro Madame Bovary, considerado imoral pelas autoridades francesas, uma vez que o romance aborda o adultério.

 

Quando ouvi o «Faz gostoso» da Blaya estabeleci uma ligação a Madame Bovary . Qual é, perguntam vocês?

 

É um escândalo dançável tal como Madame Bovary foi um escândalo na literatura [já estão a revirar os olhos, não estão?]

 

E o pior que ele é safado e ainda por cima é carinhoso
Ele faz tão gostoso, ele faz tão gostoso
Por isso que ele não se casa, e na minha casa é perigoso
Porque ele faz tão gostoso
Ele faz tão gostoso
Ele sabe que eu sou casada e até amo meu esposo
Mas ele faz tão gostoso, ele faz tão gostoso

 

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Opinião: Terra de Neve é daqueles livros em que olhamos para a capa e achamos que não é nada apelativa (a capa da fotografia é bem melhor do que a edição que li da Biblioteca Sábado). Depois o tema - sobre gueixas, tradições e paisagens do Japão - não incentiva. Eu, contra mim falo, não me apetecia nada ler este livro, mas tive de o fazer. Em janeiro, deste ano, escolhi-o por ser pequeno e para cumpir o tema de ler um livro escrito por um autor asiático para o clube de leitura conversas livrásticas. Náo sei se sabem, mas Terra de Neve é muito conhecido porque o escritor ganhou o prémio Nobel em 1968. 

 

Quando comecei a ler o primeiro capítulo, fiquei admirada com a capacidade descritiva do autor. A forma como descreve o simples reflexo de uma mulher no vidro da carruagem do comboio é sublime. Uma coisa que julgamos banal transforma-se. Somos nós que estamos ali e conseguimos ver a imagem de uma mulher jovem, bonita e misteriosa. Nesta passagem senti que estava lá, tal a quantidade de detalhes que vão sendo dados para descrever as personagens.

 

O nosso Eça de Queirós fazia descrições minuciosas dos objetos e dos lugares, mas as descrições de Kawabata resultam, a meu ver, melhor, criando um ar de mistério e de reflexão. No entanto, em termos de desenvolvimento da história e dos personagens o nosso Eça vence sem margem de dúvida. 

 

Terra de Neve é a história de Shimamura, um homem de Tóquio, casado, que conhece a geisha Komako numa viagem ao interior norte Japonês. Ano após ano, durante três anos, visita a região da montanha para descansar nas termas e encontrar-se com Komako. A relação deles é de suposta amizade. Cada um está preso ao seu papel. Cada um possui sentimentos e expetativas diferentes.

 

Terra de Neve é uma leitura difícil, dizem, mas o que me desencantou foi o facto de Yoko (a jovem do reflexo no comboio) não ter um outro desenvolvimento. Esperei mais. 

 

 Classificação:

Livros em Gifs e Png (38) (1).gif

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| Introdução |

 

Os blogs FLAMES, O Livro Pensamento, Livros de Vidro, Insustentável Leveza, Na Samarra e Lendo & Ilustrando associaram-se este ano aos 7 Dias com os Media 2018, promovido pelo GILM – Grupo Informal sobre Literacia para os Media, um grupo que junta instituições como a Comissão Nacional da UNESCO, o Plano Nacional de Leitura 2027 e a Rede de Bibliotecas Escolares, entre outras.

Hoje em dia, há cada vez mais blogues e a sua importância é cada vez maior. Isso leva-nos a refletir até que ponto os blogs influenciam a nossa leitura. A internet faz o conhecimento chegar mais depressa a mais pessoas. O que isso nos muda? Será melhor a partilha virtual de opiniões ou a participação em clubes de leitura?

Para responder a estas perguntas criámos um pequeno inquérito, porque a opinião dos leitores é importante.

 

| Método |

 

Foi criado um pequeno inquérito que foi partilhado nas redes sociais. A amostra foi recolhida por bola de neve.

 

| Resultado |

 

A amostra foi constituída por 58 sujeitos (84.7% do sexo feminino e 15.3% do sexo masculino). A média de idades foi de 37.61 (DP = 11.49; min 19-70 máx). Relativamente à participação num clube de leitura, a maioria não participa, como se pode constatar no gráfico seguinte:

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Figura 1 - Participação num clube de leitura

 

Figura 2.gif

Figura 2 - Percentagem de respondentes com blogue 

 

  A maioria dos respondentes tinha um blog de leitura.

 

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 Figura 3 - Percentagem de tipos de blogs

 

A maioria da amostra (58.6%) acha que as pessoas que participam num clube de leitura leem mais, e que ter um blog pode ajudar a escrever melhor (84.5%).

As escolhas de leitura da amostra são influenciadas maioritariamente por um blogue e clube de leitura (31%), ou um blogue (27.6%).

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Figura 4 - As tuas escolhas são influenciadas pelas escolhas de...

 

Uma grande parte da amostra segue blogs, mas só às vezes partilha conteúdos nas redes sociais.

Figura 5.gif

 Figura 5- Costumas seguir blogs ...

 

 

| Conclusão |

 

Feita a análise dos gráficos antecedentes conseguimos extrair algumas conclusões face à relação entre os os blogs, os clubes de leitura e os leitores.

Num mundo cada vez mais digital assistimos à importância cada vez maior que assumem os media, principalmente dos media que surgem na internet. Dentro destes surgem também os blogs literários que, como vimos, influenciam em grande medida as escolhas dos leitores comuns. Cada vez mais os leitores, ou alguém que queira esporadicamente ler um livro, deixa de comprar por impulso procurando no imediato, até dentro de uma livraria, pela opinião online de blogues sobre determinado título.

Para incentivar a leitura todos os meios são válidos e os blogs literários são as cobaias no que toca à divulgação de novidades e leitura de livros. Muitos são os leitores que antes de se lançarem de cabeça na compra de um livro, aguardam pelas opiniões no mundo digital e dos media. Outros preferem os clubes de leitura por permitirem um contacto pessoal e próximo, bem como a partilha de opiniões e temas interessantes.

Se os blogs literários permitem difundir opiniões mais rapidamente e são facilmente acessíveis, os clubes de leitura permitem um debate in loco, frente a frente, aliciante, permitindo ainda trocas de opiniões sobre o mesmo livro ou livros diferentes que suscitam a curiosidade.

Da amostragem apresentada, revela-se que ainda há alguma relutância em participar em clubes de leitura, mas que metade dos leitores possui blogs. No entanto, a maioria considera que participar num clube de leitura se traduz num maior número de “leituras”, o que não terá necessariamente de corresponder à verdade. À luz desse raciocínio podemos retirar a ilação (algo preocupante) de que o fator dissuasor para a participação de mais leitores nestes clubes surge da ideia de que terão de ler muito mais do que o seu desejo ou a sua disponibilidade.

Outra conclusão que se retira é a de que a maioria dos participantes seguem blogs, mesmo que não partilhem os seus conteúdos.

Assim, com este projeto, podemos concluir que os media têm assumido cada vez mais importância no mundo da literatura, num país que ao longo dos anos se tem mostrado envergonhado no que concerne aos hábitos saudáveis de leitura. Os media, mais concretamente os blogs literários, enquanto veículos de comunicação digital, têm vindo a desbravar caminho e a estimular hábitos de leitura e até na própria escrita.

Cada vez mais se alcançam e conquistam mais pessoas e mais leitores, o que demonstra a sua importância para a literacia na sociedade contemporânea.

 

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Blogs associados:

 

FLAMESmr (http://flamesmr.blogspot.pt/),

Insustentável Leveza 2 (https://sabine77.wordpress.com),

O Livro Pensamento (https://olivropensamento.blogs.sapo.pt/),

Lendo & ilustrando (https://marianafloresilustra.wordpress.com),

Livros de Vidro (https://livrosdevidro.wixsite.com/livrosdevidro),    

Na Samarra (http://nasamarra.blogspot.pt/).

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Os meus post´s têm andado a uma velocidade bipolar. Acho que andam à boleia num comboio que para em quase todas as estações. Mas a esta velocidade de quero-tanto-quero-tanto trava no apeadeiro, sinto que recusa-se a seguir caminho. Já as leituras estão bem encaminhadas e alheias a tudo isto. 

Esta é apenas uma forma de explicar as coisas, claro, e de vos colocar a par de algumas leituras que fui fazendo.

Portanto, durante os meses de Janeiro, fevereiro e março li 12 livros e em abril e maio li 17 livros (não estão todos na foto), ou seja, li muito mais em dois meses do que nos três meses anteriores. E vocês, o que têm lido? 

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 Lista de livros lidos desde o mês de janeiro até ao mês maio:

1-O Perfume da Savana - Ludgero Santos

2-O Tigre Branco - Aravind Adiga

3-Terra de Neve-Yasunari Kawabata

4-A encomendação das almas -João Aguiar

5-Kyoto -Yasunari Kawabata

6-Cemitéro de Elefantes-Dalton Trevisan

7-A morte de Ivan Ilitch-Lev Tolstoi

8-Os livros do final da tua vida-Will Schwalbe

9-A Paixão de Jane Eyre - Charlote Brontë

10-Pecados Santos-Nuno Nemupoceno

11-A Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata-Mary Shaffer

12-A História de uma Serva-Margaret Atwood

13-Um Homem Chamado Ove - Frederik Bakman

14-A vida secreta das abelhas-Sue Monk Kidd

15-Código D´Avintes-vários autores

16-Maresia e Fortuna - Andreia Ferreira

17-O Alienista-Machado de Assis

18-Vasto Mar de Sargaços-Jonh Rys

19-Quero-te Morta-Peter James

20-O exército perdido-Paul Sussman

21-A livraria Noite e Dia do Senhor Penumbra-Robin Sloan

22-Frankenstein-Mary Shelley

23-Arroz de Palma-Francisco Azevedo

24-A avó pede desculpa- Frederik Bakman

25-Uma mulher não chora-Rita Ferro

26-Um Castigo Exemplar-Júlia Pinheiro

27-Tim- Collen Mccullough

28-À espera no centeio - J.D Salinger

29-Cartas de amor aos mortos-Ava Dellaira

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Post´s zero

04.06.18

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