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O romance clássico da literatura infanto-juvenilda americana Eleanor H. Porter, foi publicado no ano de 1913, ou seja, noséculo passado.


No post anteriorreferi que iria tentar ser uma “Pollyanna”, o que poderá ser interpretado deduas formas: primeira, é doida não sabe o próprio nome; segunda, é completamentesnob e dispensou a empregada. Não, não é nada disso que quis dizer. Eu explico.O livro deixou marcas na minha juventude, sem dúvida. Passei a utilizar estaexpressão sempre que quero trazer alguma alegria e optimismo para a vida,tal como a jovem Pollyanna.

Recapitulando, para quem nunca ouviu falar, Pollyanna é onome de uma jovem órfã, ingénua, caridosa e de um forte optimismo. Quando o paimorre vai morar com a sua única familiar, a tia Polly, e esta é severa, commuitas regras e não aceita a personalidade da sua sobrinha. Esta passa aensinar, às pessoas, o "jogo do contente", ensinado pelo seu pai. Essejogo consiste em procurar extrair algo de bom e positivo em tudo, mesmo nascoisas aparentemente mais desagradáveis.

Curiosamente, vim a descobrir que na psicologia existeminstrumentos de avaliação dos traços de personalidade e, por vezes, nainterpretação de resultados ocorre um fenómeno designado de “princípioPollyanna” e que se traduz numa tendência que as pessoas têm para aceitar commais frequência os comentários positivos do que os negativos.

Mais espantada fique ainda quando li que, na programaçãoneurolinguística, o livro é utilizado como treinamento de "ressignificaçãode conteúdo", através do qual o paciente aprende a atribuir novo significado a acontecimentos atravésda mudança da sua visão do mundo.

Pensamento:Basta pensar em algo positivo!

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