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convidador de pirilampos.jpg

Este livro é simplesmente surpreendente. A história, que julgamos ser dirigida apenas a crianças, é interessante para os adultos, uma vez que possui frases que nos levam a refletir enquanto admiramos as ilustrações maravilhosas. 

Um menino tem medo do escuro e gosta de "cientistar" e, tal como um cientista verdadeiro, "inventa" objetos para conversar com os pirilampos. O seu avô acompanha-o e vai fazendo perguntas ao neto. A relação entre os dois, a criatividade do neto e a "humanização" dos pirilampos novos e velhos, permite-nos entender a importância dos laços que se criam entre as duas gerações.

Li a história perante 24 crianças e achei curioso quando disseram que adoraram os pirilampos e o código de morse. Tenho a certeza que se tivesse 8 anos iria dar a mesma resposta. Atualmente, gosto de "cientistar" e observar e, quando vejo o mundo, fico feliz por ser nova e velha.

 Os cientistas parecem malucos porque passam muito tempo a olhar as coisas e às vezes olham coisas que os outros não conseguem ver. Porque há pessoas que olham sempre a ver muito pouco!

 

 Sinopse:

- Não achas que podem ficar tristes, esses pirilampos dentro de uma gaiola que fica dentro do teu quintal?

- Se estivessem tristes, acho que não brilhavam assim.

- E se estiverem a brilhar de tristeza? - perguntou o Avô.
- Não tinha pensado nisso.
Perto da Floresta Grande vive um menino e o seu Avô.
O menino gosta de cientistar coisas: Já inventou um aumentador de caminhos e um convidador de pirilampos.
Fala em código Morse com eles.
 
 

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2 comentários

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De Existe um Olhar a 30.03.2017 às 15:29

Ainda hoje adoro ler histórias infantis, por vezes ensinam-nos tanto!
Este parece ser daqueles que cativa.


Beijinhos Edite
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De Edite a 03.04.2017 às 22:02

Eu adorei.
beijinhos Manu.

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