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Desapareci durante uns tempos, pois devem estar a ficar fartos de mim. Hoje, acordei cheio de esperança em como a graça me irá acompanhar neste discurso improvisado. É que sempre ouvi os humanos dizer: "mais vale cair em graça do que ser engraçado". E graça é coisa que não falta, pelo menos este ano, aqui, em Portugal. Fala-se de esperança e de paz, e eu, com a música, até mio um bocado.  

Sabemos que junto a uma azinheira apareceu Maria (ou Fátima) e eu, um pobre gato, espero sempre ouvir o lado B da cantoria. Sem dúvida que verdade há só uma. Aí, eu penso em algo nada habitual. Vejamos. Maria foi ao sepulcro ver Jesus Cristo, pois, nessa altura, sepultavam os mortos em cavernas. Atualmente, temos a Christiana  que viveu numa caverna e, felizmente, tornou-se na escritora de um best-seller.

Então, a moral da história é a de que há a morte e a vida. Já a realidade, essa estará para além do mundo sensível, pois, tal como na caverna de Platão, é uma sombra e o vulto do dinheiro uma ilusão.

Eu quero uma caverna só minha, sem gatinhas intrometidas, e ser um solitário feliz. Miados à parte, espero que tenham gostado desta conversa filosófica de Platão embuída no espírito e na graça de Maria, e se não gostaram comentem na mesma.

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2 comentários

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De A rapariga do autocarro a 14.03.2017 às 14:50

Um gato que não quer gatinhas...hummm desconfio desse gato!Image
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De edite a 15.03.2017 às 12:11

Ahahah. Pois dá para desconfiar!Image

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