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Neste livro genial e louco, a escritora e blogger (http://thebloggess.com), Jenny Lawson, conta-nos a sua história e como  enfrenta desde miúda uma doença mental. De facto, a «depressão clínica não passa de um visitante meio frequente, enquanto o transtorno de ansiedade é o (…) agressivo namorado de longa duração».
FURIOSAMENTE FELIZ, usando mais uma vez as suas palavras, é sobre agarrar os momentos em que as «coisas estão especialmente bem e transformá-las em coisas fantásticas», pois essa é a diferença entre «sobreviver à vida» e «viver a vida».
Ao longo do livro (que na minha opinião tem o objetivo de nos levar a questionar a nossa própria sanidade), preparem-se para tudo o que é inesperado e tudo o que faz de nós seres humanos, incluindo a loucura. Já diz o ditado popular:«de tolo e de louco todos temos um pouco». Quem não teve pensamentos absurdos, que não são verbalizados,e que felizmente ninguém pode ouvir? Quem nunca teve medo de pessoas com batas? Quem nunca desatou a fugir de cisnes ou de galos furiosos (Eu)? Bem, acho que todos sentimos isto, pelo menos, em crianças, mas Jenny Lawson já é bem crescida e sente isso (e muito, muito mais) no seu dia-a-dia, como no dia em que acorda e não sente os braços ou quando os cisnes a tentam comer ou quando tenta convencer o marido (que é um santo!) a adotar um gato para poder dar o nome de Presidente ou quando dá conselhos de como sobreviver a um ataque zombie and so on. 
Alguém disse uma vez que se fizeres uma coisa que ninguém deteste é porque ninguém a adorou, e é verdade. O mesmo se passa com a arte, com a escrita e comas pessoas. Especialmente com as pessoas. De facto, a maior parte das minhas pessoas favoritas estão perigosamente lixadas, mas nunca pensaria isso porquenos tornamos adeptos de o esconder ou aprendemos a despojá-lo de uma forma tãosincera que passa a ser uma nova normalidade. Há uma citação retirada do filme O clube que diz: Somos todos bastante bizarros. Alguns de nós são, apenas, melhores a escondê-lo».
 
Pensamento: Rir é o melhor remédio.

Com aprovação do Rory 
(suponho que sim... uma vez que já está morto e senão era o que teria dito!)

 

 

 

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2 comentários

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De Marta Moura a 08.07.2016 às 14:18

Belo post, gostei! ;)
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De Guida Oliveira a 09.07.2016 às 09:44

Hum.... acho que tenho que ir raptar este livro à tua biblioteca

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