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Este livro é simplesmente surpreendente. A história, que julgamos ser dirigida apenas a crianças, é interessante para os adultos, uma vez que possui frases que nos levam a refletir enquanto admiramos as ilustrações maravilhosas. 

Um menino tem medo do escuro e gosta de "cientistar" e, tal como um cientista verdadeiro, "inventa" objetos para conversar com os pirilampos. O seu avô acompanha-o e vai fazendo perguntas ao neto. A relação entre os dois, a criatividade do neto e a "humanização" dos pirilampos novos e velhos, permite-nos entender a importância dos laços que se criam entre as duas gerações.

Li a história perante 24 crianças e achei curioso quando disseram que adoraram os pirilampos e o código de morse. Tenho a certeza que se tivesse 8 anos iria dar a mesma resposta. Atualmente, gosto de "cientistar" e observar e, quando vejo o mundo, fico feliz por ser nova e velha.

 Os cientistas parecem malucos porque passam muito tempo a olhar as coisas e às vezes olham coisas que os outros não conseguem ver. Porque há pessoas que olham sempre a ver muito pouco!

 

 Sinopse:

- Não achas que podem ficar tristes, esses pirilampos dentro de uma gaiola que fica dentro do teu quintal?

- Se estivessem tristes, acho que não brilhavam assim.

- E se estiverem a brilhar de tristeza? - perguntou o Avô.
- Não tinha pensado nisso.
Perto da Floresta Grande vive um menino e o seu Avô.
O menino gosta de cientistar coisas: Já inventou um aumentador de caminhos e um convidador de pirilampos.
Fala em código Morse com eles.
 
 

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A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, encontrou-se na segunda-feira com a primeira-ministra britânica, Theresa May, para conversarem sobre assuntos sérios como o Brexit. Alguém quer comentar as suas pernas? 

 

 

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Era uma vez uma história sobre um gato...que vivia na imaginação e na escrita. É, sou eu mesmo. Sou um personagem. Escrever uma história é isto. É sonhar com as coisas que podem acontecer e, no meio, arranjar um conflito qualquer ( e voilá surge uma Pipoca). Nesta alegoria, a inspiração é baseada na realidade e em gatos que a minha dona teve e nos que conhece. É verdade que cortei o pêlo e que a Pipoca caiu da varanda. É, esses factos são verídicos e posso considerar que há mais verdade do que mentira nas histórias que vos contei.

Eu sou um gato e sou feito de imaginação pura e verdadeira. Sei que sonhei que os gatos inspiraram os escritores a escrever. Sei que posso miar muito e não escrever nada de jeito. Mas também sei que há sonhos que se tornam realidade. Ok, admito que gostava de escrever como mio, numa linguagem fluente de miaus e ronrons, conquistando a simpatia e a atenção dos leitores do blogue. Pronto, não se pode falar nisso ainda. Há muito trabalho a fazer e uma nova habitante a cuidar.

 

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 Ela chama-se Sushi Mia e digam lá se não tem o ar mais fofo do mundo. Tem apenas 5 semanas e já é muito traquinas

Eis uma nova fonte de inspiração

Eu cá continuo sem entender os humanos Porquê, dizem vocês? Eu respondo: não percebo porque hão-de colocar nomes de comida. E vocês percebem isto? 

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Antes que pensem que ando obcecada com gatos, relembro que pertenço a dois Clubes de Leitura e, para o Clube de Leitura Conversas Livrásticas, no mês de fevereiro o tema foi: animais. Eu selecionei apenas dois livros pequenos, este, o do Gato Malhado, e o conto de Edgar Allan Poe (aqui).

A história da gaivota e do gato é, além de uma fábula, uma linda lição, uma vez que dois seres tão diferentes são unidos na amizade por uma promessa. Ao mesmo tempo a história aborda um assunto sério que é o da poluição. 

Zorbas, um gato grande, preto e gordo, mora numa casa perto do porto de Hamburgo. Numas férias, Zorbas fica em casa, sozinho, e quando estava a apanhar sol na varanda, cai ali, mesmo à sua frente, uma gaivota moribunda. Esta, foi apanhada pela maré negra, e antes de morrer, põe um ovo e faz três pedidos ao grande gato. Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as suas promessas: não comer o ovo, tomar conta da gaivota, e ensiná-la a voar. Para isso terá a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Collonello.

Gostei muito desta história, porque ensina a importância da amizade e das promessas, e porque tem momentos divertidos, nomeadamente, com o gato Collonello que costuma miar palavras em italiano e queixar-se dos outros tirarem os miados da sua boca.

Posto isto, fiquei muito surpreendida quando encontrei expressões que me fizeram lembrar as "Línguas-de-gato" e eu nem conhecia o livro!

Miar a língua dos humanos é tabu. Assim rezava a lei dos gatos, e não porque eles tivessem interesse em comunicar com os humanos. O grande risco estava na resposta que os humanos dariam. Que fariam com um gato falante? Com toda a certeza iriam encerrá-lo numa jaula para o submeterem a toda a espécie de provas estúpidas, porque os humanos são geralmente incapazes de aceitar que um ser diferente deles os entenda e trate de se dar a entender (pág.113).

 

Sinopse: Esta é a história de Zorbas, uma gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr.

Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria de gaivota…
Com a graça de uma fábula e a força de uma parábola, Luis Sepúlveda oferece-nos neste seu livro já clássico uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético.

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Ernest Hemingway foi um grande escritor e deixou para trás muitos livros e contos. A vida pública de Hemingway era intensa, mas o seu interior é muito complexo e misterioso.

O documentário que se segue "Ernest Hemingway, Wrestling With Life" aborda a vida desse escritor talentoso que ganhou o Prémio Nobel em 1954 com o livro "O velho e o Mar".

  

 

"Paris é uma festa", a obra inacabada de Hemingway, revela apenas 5 anos da vida do escritor, talvez os melhores ou aqueles em que foi feliz. Talvez. Mas foi um vislumbre ténue do que foi a sua vida. Eu gostaria de saber mais. Se pensarmos na vida boémia e nos lugares onde morou, ficou muito por contar.

 

Por exemplo, sabiam que, em Cuba, Hemingway foi fiel frequentador do Floridita, um bar com restaurante? Ali turistas de todo o mundo ainda hoje se sentam para tomar o daiquiri, uma combinação de rum cubano com gelo picado e limão. 

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 Dizem que o escritor também frequentava o Bodeguita del Medio, outro bar onde se podem ver as assinaturas de milhares de visitantes que cobrem as paredes.

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Quando visitei Cuba, há muitos anos atrás, estive no Bodeguita Del Medio e experimentei um mojito no mesmo bar que Hemingway. É uma boa recordação ou não?  

 

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