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O Livro Pensamento

O Livro Pensamento

22.Jun.17

A Livraria dos Finais Felizes, de Katarina Bivald

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Sara, a protagonista, é uma bibliófila, adora ler e trabalhou numa livraria na Suécia. Assim, quando a livraria fechou as portas, resolve visitar a Amy em Broken Wheel, uma pequena cidade norte-americana do Iowa. Amy e Sara tornaram-se amigas, à distância, através das cartas que foram trocando. Ambas adoram ler e trocar as suas experiências literárias. Porém, quando Sara chega a Broken Whell, Amy tinha acabado de sucumbir a uma doença grave e não a chega a conhecer. Mas Sara (...)
21.Jun.17

Felicidade Roubada, de Augusto Cury

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Este é o segundo livro que li do Dr. Augusto Cury, pois adoro psicologia, especialmente quando explicada de uma forma leve e acessível, como é o caso. Além disso, tem um ingrediente especial, que aprecio muito, uma vez que a história é baseada em factos reais.   Se já não se recordam, lembro que se trata de de mais um livro do psiquiatra, psicoterapeuta e escritor Augusto Cury, em que se aborda, de forma romanceada, o tema do esgotamento e dos ataques de pânico e ansiedade.  
20.Jun.17

Boneca de luxo, de Truman Capote

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  Boneca de Luxo é o título traduzido do romance de Truman Capote, o qual foi escrito em finais de 1950 e publicado em 1958. A história começa pelo fim e o narrador, que não revela o seu nome, começa a contar, quinze anos depois, o ano que passou na companhia de Holly Golightly. E foi no ano de 1943 que algo captou a atenção do narrador: a caixa de correio da vizinha e o cartão sugestivo na mesma "Em Viagem". Holly, a vizinha, é jovem, bonita, loura e ambiciosa, gosta de (...)
19.Jun.17

A incrível e triste história de uma sombra

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A insurgente sombra grita, em desespero mudo, profundamente abalada pelos sonhos que trespassaram os seus olhos inexistentes. Deixa para trás a luz envolta em seda de papel. Mirra a vontade, aparentemente, nublada na conversa suscitada pela mulher, em pranto, mirrada na inércia dos seus sapatos pretos de verniz. A insurgente sombra grita em desespero surdo e sai cá para fora a negra banalidade, o dualismo em duas versões:a dos sapatos pretos dos outros e a de quem escolhe (...)